quinta-feira, 11 de junho de 2020

JOGO DE XADREZ E A CAVERNA DE PLATÃO



O jogo de xadrez que é para mim umas das mais belas criações culturais da humanidade infelizmente no Brasil ainda é pouco conhecido e pouco praticado. Recebi a graça de perceber seu valor sua riqueza sua importância e a sua beleza há muito tempo e aprende a jogar para praticamente sozinho com livros. Passei então a querer divulga-lo e virou meu principal projeto de vida.

Existem entre os leigos do assunto muito preconceito e tabus infundadas de que é difícil de aprender toma muito tempo requer paciência infinita etc. na verdade é tão fácil de aprender que seu ensino pode e deve ser ministrado até as crianças bem pequenas de 3 a 4 anos o que venho fazendo há 30 anos, venho também nesse tempo trabalhando para divulgar e popularizar a prática do xadrez em trabalho voluntário em escolas e outras comunidades já realizadas em 80 locais diferentes.

Onde encontro o interesse faço aulas coletivas com dezenas e até centenas de iniciantes eles passam as noções básicas do jogo com treino de algumas partidas simples, não há dúvida de que a prática de xadrez nos ajude a melhorar nosso raciocínio lógico melhorar a atenção à concentração a autoconfiança a disciplina,  a auto estima e a memória; é uma terapia preventiva do mal de Alzheimer.

Como é de custo muito baixo pode ser facilmente popularizado e sua prática generalizada em curto espaço de tempo, pois é atraente e agradável para todas as crianças jovens adultos e idosos homens e mulheres.

O que facilita muito o aprendizado e acho esse um aspecto fascinante e que não requer nenhum outro conhecimento como pré-requisito; todos pode aprender, basta quer e  interessa-se realmente.

 Algumas pessoas dizem que é da elite ou para elite.  Muito errado esse pensar é para os mais humildes para os mais desfavorecidos mais carentes, para que seja para eles um instrumento de elevar sua auto estima e um meio de auto promoção humana.

Certamente ajuda de um modo lúdico a diminuir nossa ignorância e sairmos da caverna (Platão),



José Teixeira de Paula


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